A UNITA (oposição) desafiou hoje o Presidente angolano, João Lourenço, a não abandonar o país, após as eleições gerais de 2027, manifestando-se confiante na vitória eleitoral e na constituição de um governo inclusivo e participativo.
A UNITA, maior partido da oposição em Angola, disse hoje que a larga maioria das propostas de lei submetidas ao parlamento pelo Presidente angolano “ofendem a Constituição”, prometendo agir para as travar.
A UNITA, principal partido da oposição angolana, condenou em termos “os atos de intolerância política” em Angola, acusando o regime de promover um “clima de medo nas populações”, sobretudo em períodos pré-eleitorais.
A UNITA na província do Huambo negou, esta sexta-feira, o envolvimento em actos de agressão física, que resultaram na morte da militante do MPLA, Ermelinda Luísa Nachivinda, 15 deste mês.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defende que Angola atravessa um momento decisivo da sua história política, numa fase que classifica como “contagem regressiva” para uma escolha que ultrapassa o calendário eleitoral e se projeta no futuro das próximas gerações.
A UNITA estimou hoje que pelo menos 90 pessoas morreram em Angola, na sequência dos tumultos de julho de 2025, no ámbito da paralisação dos taxistas, considerando tratar-se de "execuções sumárias que exigem investigação independente e imparcial.
O líder da UNITA denunciou hoje, em Luanda, que esta organização política tem sido alvo nas redes sociais "de uma campanha dirigida" que tenta "vender a ideia" de que o partido foi comprado.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, destacou hoje como exemplos a tirar por Angola das eleições portuguesas os múltiplos debates entre candidatos, “com uma pluralidade absoluta” e num ambiente “completamente democrático”.
O presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), na oposição, disse hoje à Lusa que vai apresentar um pacto de transição a ser aplicado depois das eleições do próximo ano.
A UNITA alertou esta segunda-feira, 02, que o código de disciplina militar não pode ser tratado de "ânimo leve" porque "pode belisca a segurança nacional", uma preocupação que, segundo o maior partido da oposição, surge na sequência do debate na especialidade da proposta de lei que prevê a despromoção dos efectivos das Forças Armadas Angolanas (FAA), tanto no activo, como na reforma, que cometerem actos de indisciplina.