O processo de aumento da participação angolana do setor do petróleo deu hoje mais um passo com a assinatura de contratos-programa com sete empresas petrolíferas nacionais, num total de 1.540 firmas registadas.
O Presidente angolano rescindiu os contratos com as empresas Quenda e Cipro que iriam fornecer equipamentos e construir um centro de formação aeronáutico no Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL) por falta de condições.
Quase um ano depois das eleições gerais em Angola, que voltaram a dar a vitória ao MPLA, o partido do poder e o seu principal adversário, UNITA, mobilizam-se em marchas e comícios para mostrar a sua popularidade e apoio às lideranças.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) apelou hoje em comunicado a todos os dirigentes e ativistas políticos do território para constituírem uma “frente unida” para forçar Angola a negociar a independência.
A Fundação Sagrada Esperança (FSE) e o Grupo ALCAAL Angola assinaram, esta terça-feira, em Luanda, um Memorando de Entendimento para a reconstrução do Hotel Panorama, cujo investimento ronda os USD 50 milhões ( 41,2 mil milhões de kwanzas).
O processo da bolsa de diamantes de Angola deverá começar ainda este ano de forma experimental, anunciou hoje o presidente do conselho de administração da Endiama, diamantífera angolana.
A UNITA questionou hoje os receios em torno da sua iniciativa de destituir o Presidente angolano, negando quaisquer objetivos de golpe de Estado e sublinhando que esta é uma escolha do povo e não uma questão partidária.
As exportações nos primeiros seis meses deste ano caíram 38%, ao passar de 25.753 milhões USD no I semestre do ano passado para 15.876 milhões entre Janeiro e Junho deste ano, equivalente a menos 9.877 milhões USD, de acordo com cálculos do Expansão com base nos dados de exportação publicados no site da AGT.
Para assegurar a defesa do património que diz ser sua pertença e reputação, Isabel dos Santos contratou os serviços de alguns dos mais prestigiados advogados dos países em que trava batalhas judiciais contra o Estado angolano que, no âmbito do combate à corrupção, tenta reaver o dinheiro que alega ter sido desviado do erário. OPAÍS revela, na presente edição, quem são os advogados que estão a facturar milhões com a empresária.
O MPLA disse hoje que a pretensão da UNITA (oposição) de destituir o Presidente angolano “não tem pernas para andar”, do ponto de vista político e jurídico, por falta de ações ou omissões de João Lourenço que justifiquem tal iniciativa.
O Supremo Tribunal de Justiça são-tomense negou executar a decisão do Tribunal Constitucional que ordenou a entrega da cervejeira Rosema aos empresários são-tomenses 'irmãos Monteiro', sublinhando que o processo foi devolvido à jurisdição angolana em 2019.
A Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP deteve esta semana uma cidadã de 41 anos que burlou mais de 20 pessoas com a promessa de lhes vender residências no Projecto Mayé Mayé, em Cacuaco. A burladora cobrava aos interessados entre dois a três milhões de kwanzas e o esquema envolvia funcionárias do Fundo Habitacional, soube o Novo Jornal.
A mulher disse às autoridades que no esquema estavam envolvidas mais três outras mulheres, duas das quais funcionárias do Fundo de Fomento Habitacional (FFH).
O departamento de investigação de crimes contra o património da Polícia Nacional considera que a mulher praticou um crime de burla continuada e que pertence a uma associação criminosa, de que também fazem parte as outras três cúmplices foragidas.
Segundo Quinino Ferreira, porta-voz do DIIP, a detida, tal como as suas comparsas, encontrava-se foragida, tendo inclusive mudado de residência para confundir as investigações em curso.
"Porém, graças ao árduo trabalho realizado pelo investigador e instrutor do processo, foi possível localizá-la e detê-la, faltando assim a localização das outras suspeitas", explicou o porta-voz, assegurando que a quarta cidadã foi apenas constituída arguida pelo Ministério Público e vai responder ao processo em liberdade.
Conta o DIIP ao Novo Jornal que após a detenção da mulher burladora, apareceu junto a Polícia outro cidadão que a acusou de o ter burlado em mais de um milhão de kwanzas num suposto processo de aquisição de residência no Projecto Mayé-Mayé.
No princípio deste mês, em Luanda, como o Novo Jornal reportou, foram detidos três burladores que venderam ilegalmente 11 residências e vigarizaram o comprador em mais de 36 milhões kz.
O comprador pretendia adquirir 11 residências, sendo seis no Centralidade do Zango 0 e cinco no Mayé-Mayé. NJ