O presidente da FNLA, oposição angolana, considerou hoje nula a comissão nacional preparatória para o VI Congresso Ordinario, anunciada em março passado pelo Comité Central (CC), e negou as acusações de ditador e violador dos estatutos.
Nimi a Simbi apresentou hoje uma nova comissão nacional preparatória do próximo congresso da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), coordenada por João Roberto Soki-Soki, e desvalorizou a comissão criada pelo CC, coordenada por Ndonda Nzinga.
"O estatuto está claro, é o presidente que elabora essa comissão [preparatória), apesar de haver alguns desentendimentos na reunião do CC, mas a última palavra cabe ao presidente do partido. Dai que exarel o despacho para essa comissão preparatória. O resto não existe", respondeu hoje Nimi a Simbi aos jomalistas.
O fundador e dirigente histórico da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Ngola Kabangu, tomou esta quinta-feira, 19 de fevereiro, o controlo da sede nacional do partido, impedindo o acesso de dirigentes e militantes alinhados ao presidente da organização, Nimi-a-Simbi.
O histórico da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) Ngola Kabangu considerou que valeu a pena a luta pela independência, apesar dos “muitos erros” cometidos pelos “mais velhos”, que agora os jovens precisam corrigir para se formar uma nação.
O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, recebeu em audiência, esta sexta-feira, 17, no Palácio Presidencial, na Cidade Alta, em Luanda, o líder do partido político FNLA, Nimi A Simbi, com quem abordou questões relacionadas ao estado actual das antigas forças militares afectos ao Exército de Libertação Nacional de Angola (ELNA), antigo braço armado da Frente Nacional de Libertação de Angola durante a luta contra a opressão colonial.
O presidente da FNLA, partido histórico angolano, manifestou hoje agrado pela homenagem a ser feita ao líder fundador desta organização política, Holden Roberto, um dos três signatários dos Acordos de Alvor, pelo seu contributo para a independência de Angola.
A direção da FNLA, partido da oposição angolana, suspendeu hoje o nacionalista e histórico militante do partido Ngola Kabangu, membro do bureau político e do comité central, devidos aos “ataques verbais, insultos e campanhas de sabotagem” contra a atual liderança.
O Partido de Renovação Social (PRS) e a Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA) solicitaram hoje à Assembleia Nacional a dissolução do seu grupo parlamentar misto, para melhor atribuição de lugares na Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
Deputados do grupo parlamentar misto PRS-FNLA, oposição, consideraram hoje “inoportuno” o processo de destituição do Presidente angolano, João Lourenço, afirmando que a sua concretização resultaria em descalabro.
A Juventude da Frente Nacional de Libertação de Angola (JFNLA), oposição angolana, realiza entre 09 e 11 de agosto o seu II Congresso Ordinário para a “redinamizaçao” da organização e “normalização estatuária” do partido fundado por Holden Roberto.
Depois de uma batalha que durou mais de 20 anos e que podia acabar com o partido histórico, Ngola Kabango e Lucas Ngonda, ex-presidentes, uniram-se para dar o seu "apoio incondicional" ao actual presidente, Nimi a Simbi, para salvar e relançar a FNLA.