Sou jornalista angolano colunista político, escritor e editor do jornal eletrônico Voz de Angola desde setembro de 2017
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Os militares tomaram hoje o poder na Guiné-Bissau, depois de um tirotelo que durou cerca de mela hora, segundo um comunicado das Forças Armadas guineenses.
O empresário ango-brasileiro de origem japonesa, Minoru Dondo, prepara-se para entrar em força no mercado bancário angolano com a aquisição de 70% do capital social do Banco de Negócios Internacional (BNI), numa operação avaliada em 50 mil milhões de kwanzas (cerca de 54,1 milhões USD), a ser concretizada através do Fundo Fénix.
O Conselho de Ministros angolano aprovou hoje a Proposta de Lei sobre o Regime Jurídico do Beneficiário Efetivo, para suprir insuficiências identificadas pelo Grupo de Ação Financeira (Gafi) e alcançar resultados positivos na próxima avaliação.
“O Estado angolano entrou, há alguns anos, com um pedido para que me seja retirada a guarda dos meus próprios filhos”, disse, numa entrevista à Rádio Essencial, afirmando que Angola hoje não é um lugar seguro para si.
A UNITA, oposição angolana, confirmou hoje a suspensão e processo disciplinar de dois militantes, por violação da ética e normas partidárias, e garantiu que as condições estão criadas para o XIV Congresso Ordinário, que se inicia na sexta-feira.
A organização não-governamental angolana Friends of Angola (FoA) manifestou hoje repúdio pelo impedimento da viagem de ativistas angolanos para Cabo Verde, via Lisboa, "exigindo esclarecimento imediato" da TAP e das autoridades angolanas.
A UNITA lamentou hoje o incidente que vitimou dois adolescentes envolvidos na recolha de lixo num aterro sanitário em Luanda, criticando o agravamento da fome e da pobreza que leva “famílias inteiras” a procurar alimentos nos resíduos.
Ativistas angolanos que se preparavam para viajar para Cabo Verde, via Lisboa, afirmam ter sido impedidos de embarcar em Luanda, alegadamente por faltar uma autorização da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), responsável pelos processos migratórios em Portugal.
A UNITA, maior partido na oposição, questionou hoje os resultados objetivos das cimeiras internacionais na vida dos angolanos, acusando o governo de acolher esses eventos "para esconder os problemas do país, o autoritarismo e restrições das liberdades dos cidadãos".
O presidente da Associação das Indústrias de Panificação e Pastelarias de Angola (AIPPA), Gilberto Simão, criticou hoje a suspensão da atividade laboral em Luanda, devido a uma cimeira internacional, pedindo maior valorização ao empresário e à produção nacional.