Autoridades dos Emirados Árabes Unidos terão comunicado à empresária Isabel dos Santos “o desejo” de que esta abandone “tão cedo quanto possível” o Dubai. Uma posição que é vista como uma cedência a um pedido do presidente de Angola, João Lourenço.
O Emirates NBD (ex-Banco Nacional de Dubai) congelou as contas de Konema Mwenenge, um amigo de infância de Sindika Dokolo, o falecido marido de Isabel dos Santos.
O Procurador-Geral da República (PGR) de Angola justificou hoje a morosidade do processo de Isabel dos Santos com a sua “complexidade” e referiu que a empresária angolana "é livre de dizer aquilo que achar conveniente para a sua defesa".
Mário Leite da Silva (na foto), que durante mais de uma década foi o braço direito da empresária angolana na gestão dos seus negócios, avançou para tribunal contra a Fidequity. E não é o único ex-colaborador de Isabel dos Santos a fazê-lo
Gravações secretas citadas por advogados de Isabel dos Santos num processo judicial em Londres alegam que os ficheiros relativos ao caso ‘Luanda Leaks’ foram entregues pelos serviços secretos angolanos ao pirata informático Rui Pinto.
Banco público interpõe terceiro processo contra a empresária angolana em menos de seis meses. Desta vez a ação é de €6,2 milhões
Isabel dos Santos afirma que João Lourenço deu ordens a procuradores, juízes e espiões angolanos para lançarem uma “campanha política” e processos para desmantelar o seu império de negócios.
Malta reclama o pagamento de quase 200 mil euros de impostos a uma empresa de consultoria ligada a Isabel dos Santos, rejeitando a pretensão da Kento Holding de devolução de quase 100 mil euros de IVA, foi hoje noticiado.
A Unitel admite que a decisão de processar Isabel dos Santos na justiça britânica para recuperar uma alegada dívida foi discutida e aprovada pela administração, mas negou, em documentos apresentados em tribunal, que tenha sido por ordem do Governo angolano.
Paula Oliveira, amiga e sócia de Isabel dos Santos, era a acionista única da Matter Business Solutions, a companhia offshore no Dubai que recebeu 131 milhões de dólares da Sonangol, quando esta petrolífera estatal era liderada pela filha do ex-presidente de Angola.