O processo de candidaturas para o concurso público do Ministério da Saúde arranca esta segunda-feira, 13 de Julho, e prolonga-se até ao dia 31 do mesmo mês. Ao todo, estão disponíveis 6.000 vagas, das quais 2.963 serão distribuídas pelas unidades sanitárias sob tutela das 21 províncias e 3.037 pelas unidades do órgão central do ministério.
De acordo com o MINSA, todas as províncias dispõem de vagas para as diferentes carreiras abrangidas pelo concurso. A distribuição contempla 1.545 lugares para a carreira médica, 1.828 para enfermagem, 1.255 para técnicos de diagnóstico e terapêutica, 1.067 para o apoio hospitalar, 220 para o regime geral e 85 para trabalhadores sociais.
As candidaturas deverão ser submetidas exclusivamente através do portal electrónico concurso-minsa.ao, até ao dia 31 de Julho.
Entretanto, o Ministério do Interior inicia, no próximo dia 16 de Julho, o processo de inscrição para o seu concurso público de ingresso externo, que prevê o preenchimento de 7.682 vagas distribuídas pelos cinco órgãos que integram o sector.
As vagas destinam-se à Polícia Nacional (PN), ao Serviço de Investigação Criminal (SIC), ao Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), ao Serviço Penitenciário (SP) e ao Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB).
Segundo o MININT, os candidatos serão submetidos a uma prova escrita e a uma prova de aptidão física, ambas de carácter eliminatório, no âmbito do processo de selecção.
O ministério informa ainda que as candidaturas serão efectuadas exclusivamente por via electrónica, através da plataforma candidaturas.minint.ao, que já se encontra disponível com informações e orientações destinadas aos candidatos.
O Ministério do Interior alerta que cada fase do concurso obedecerá a critérios específicos de avaliação, sublinhando que a falta de documentação obrigatória, a prestação de informações incorrectas ou o incumprimento dos requisitos estabelecidos poderá determinar a exclusão do candidato do processo de recrutamento.
Com a abertura destes dois concursos, o Executivo pretende reforçar os efectivos dos sectores da Saúde e da Segurança Interna, considerados estratégicos para a prestação de serviços públicos e para o funcionamento das instituições do Estado.





