Em causa a utilização da palavra bank, reservada apenas a entidades habilitadas pelo Banco Nacional de Angola como instituições financeiras. O regulador define, como capital mínimo para os bancos, 25 milhões USD, cerca de duas mil vezes mais do que os 12 mil USD de capital social do Natrabank.
O grupo Efacec, que é controlado pela angolana Isabel dos Santos desde o final de 2015, fechou o último exercício com uma facturação de 431,5 milhões de euros, mais 15,5 milhões do que no ano anterior, e lucros de 4,3 milhões de euros. Foram os seus primeiros resultados positivos desde 2012.
A economia angolana deverá recuperar da estagnação do ano passado e crescer 1,3% este ano e 1,5% em 2018, segundo o FMI, que atribui este crescimento ao aumentao da despesa pública em ano de eleições.
Os partidos PDP-ANA e Bloco Democrático podem concorrer às próximas eleições gerais, marcadas para 23 de Agosto próximo, integrados na Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE).
Os cidadãos angolanos que interpuseram uma ação judicial junto do Tribunal Provincial de Luanda, contra a comunicação social pública de Angola, partiram para uma "ação cautelar", para que obtenham em 72 horas resposta do tribunal.
O Sindicato dos Enfermeiros de Luanda decidiu suspender a greve prevista para hoje após receber garantias do Governo que vai solucionar, até agosto, reivindicações, de há cinco anos, sobre pagamento de retroativos, ajuste salarial e subsídios.
A oposição angolana acusou hoje a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de escolher "ilegalmente" as "mesmas" empresas, de Portugal e Espanha, "que participaram nas fraudes de 2008 e 2012" para a assessoria tecnológica das eleições gerais de 23 de agosto.
A postura dos Órgãos de Comunicação Social durante as eleições foi o tema analisado pelos ouvintes, na Rádio Despertar, na manhã de quinta-feira, 05 de Maio de 2017, tendo apelado para uma posição de imparcialidade dos órgãos, antes, durante e depois das eleições.
Cinco activistas angolanos, pertencentes ao grupo conhecido por “revús”, que no ano passado foram condenados por alegadamente prepararem um golpe de Estado contra o Governo do MPLA, e absolvidos por uma amnistia presidencial, enfrentam um novo processo por “ultraje e danos ao património do Estado”.
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) submeteu hoje à Comissão Nacional Eleitoral (CNE) o seu pedido formal para a realização de uma auditoria ao Ficheiro Informático de Cidadãos Maiores (FICM).
Não existe dúvida alguma que o regime sustentado pelo MPLA fulminou com um tiro certeiro o âmago sensorial da igreja, com o único objectivo de enfraquecê-la e torná-la vulnerável para impedi-la de movimentar-se em múltiplos apoios que eventualmente pudessem ser contrários a criação do regime expansionista idealizado pelo ditador José Eduardo dos Santos, há 38 ininterruptos anos no poder.
Por Raúl Diniz