Em conferência de imprensa, o secretário local para a organização da UNITA, José Kayangula, condenou o incidente, ocorrido no bairro Elavoco, sector das Cacilhas, município do Huambo.
Afirmou que a organização política partilha, com os angolanos, aspectos concordantes com o Estado democrático de direito, na Constituição da República de Angola.
Defendeu a necessidade de se promover o diálogo permanente nas comunidades, para evitar qualquer tentativa de actos de intolerância política e reforçar a convivência pacífica.
“A UNITA lamenta o sucedido e apresenta os seus mais profundos sentimentos de pesar à família enlutada e à população do Huambo, em geral, que, por sua vez, deve continuar a viver pela diferença partidária.
Refira-se que o MPLA manifestou, quinta-feira, em nota distribuída à ANGOP, o seu “veemente e inequívoco repudio” pelos actos de agressões físicas contra a militante Ermelinda Luísa Nachivinda, de 48 anos, afecta à secção da Organização da Mulher Angolana (OMA) no bairro Elavoco, sector das Cacilhas, município do Huambo, que acabou por perder a vida.
O MPLA sustenta que o acto configura um crime que atenta contra a vida, a dignidade da pessoa humana e os princípios do Estado Democrático e de Direito, consagrados na Constituição da República de Angola, pois a violência política não deve, em circunstância alguma, ser tolerada.
Refere que a sã convivência democrática não deve ser confundida pela intimidação, perseguição ou eliminação física de adversários políticos.
Na mesma nota, o MPLA acusa a UNITA de estar reiteradamente envolvida em acções que criam um ambiente de medo.