O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, voltou a defender a mobilização cívica dos cidadãos angolanos como elemento central para impulsionar uma mudança política no país, numa mensagem publicada nas redes sociais em que apelou ao envolvimento activo da população até às próximas eleições.
A UNITA (oposição) estimou hoje que o Governo angolano beneficiou de ganhos petroliferos brutos adicionais de mais de 10 mil milhões de dólares, entre 2024 e 2026, e pediu um debate parlamentar "urgente" sobre o seu impacto nas famílias.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, destacou a importância da proximidade entre os líderes políticos e os cidadãos, após uma visita realizada ao Comité Provincial do partido em Luanda, seguida de um contacto directo com moradores da zona do São Paulo.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, realizou esta terça-feira uma jornada de trabalho político e de solidariedade em Luanda, marcada por uma visita aos jovens detidos pela Polícia Nacional durante uma actividade recreativa realizada recentemente na Ilha de Luanda.
A UNITA voltou a contestar o funcionamento da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), defendendo que as decisões aprovadas nas sessões plenárias do órgão eleitoral passem a estar sujeitas à fiscalização da Assembleia Nacional.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, reafirmou esta semana o compromisso do partido com os princípios da democracia interna e da pluralidade política, defendendo que “não há em Angola um outro partido mais democrático do que a UNITA”.
A UNITA, maior partido da oposição, mantém o impasse sobre a indicação dos seus comissários para a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), aguardando por uma decisão final do Tribunal Constitucional (TC) após ter recorrido de decisões anteriores que considerou ilegais.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, considerou hoje “uma pouca-vergonha” o comunicado do Governo angolano sobre realização de atividade do seu partido em zona de perigo de minas, no leste do país.
O presidente da UNITA (oposição) disse hoje que a contratação da espanhola Indra para a gestão logística e tecnológica eleitoral em 2027 reflete "medo" do Governo e acusou o MPLA (poder) de falta de pluralidade interna.
A UNITA considera que o problema da alegada manipulação das eleições em Angola não está ligado à empresa espanhola INDRA, recentemente seleccionada para fornecer soluções tecnológicas nas eleições gerais previstas para 2027, mas sim àquilo que classifica como a “natureza golpista” do regime político do MPLA.